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O cenário pernambucano mostra que o sol vai nascer para iniciativas de usinas solares de grande porte

O cenário pernambucano mostra que o sol vai nascer para iniciativas de usinas solares de grande porte

A energia solar fotovoltaica vem se tornando uma realidade cada vez mais consolidada no Brasil e no mundo, mais no mundo que no Brasil, infelizmente, mas isso é uma questão de ajustes internos, com certeza estaremos cada vez mais alinhados com a agenda global. Contudo ao olhar para a nossa realidade vemos que Pernambuco tem sido pioneiro no que tange ao incentivo do uso e desenvolvimento desta tecnologia. Este estado foi um dos primeiros a conceder isenção de ICMS aos micro e mini empreendimentos de geração, incentivando a quem quiser gerar sua própria energia; o estado também participou de iniciativas de P&D (pesquisa e desenvolvimento) para a instalação de usinas solares, este foi o caso da Usina Solar São Lourenço da Mata (que fica ao lado da Arena Pernambuco) e das Usinas Solares Noronha I e II (no arquipélago de Fernando de Noronha), juntas estas 3 usinas somam quase 2MW de potência instalada, estes empreendimentos acontecerem entre 2012 e 2015.

Desde então temos visto o crescimento das iniciativas solares. Hoje o estado conta com mais de 500 empresas que atuam no mercado de Geração Distribuída, ou GD, que é a modalidade de negócio de autogeração, onde a energia injetada na rede vira crédito em kWh para quem a gerou utilizar em horários de pouca ou nenhuma geração, como a noite. Esta modalidade é conhecida por utilizar predominantemente telhados para receber as usinas que são classificadas como de micro ou mini geração. Apesar do crescimento exponencial do surgimento de empresas no setor, maior é o crescimento do volume de negócios. Só para ter uma noção este ano o potencial em MW a ser instalado deve superar todo o potencial que havia sido instalado até 31 de dezembro de 2018.

O outro viés de mercado são as usinas solares de grande porte, que podem utilizar a regulamentação de Geração Distribuída para empreendimentos de até 5MW ou a regulamentação de Geração Concentrada, ou GC. As usinas de GC podem operar através de contratos firmados em leilões com a ANEEL, ou comercializar seus créditos periodicamente no mercado livre de energia. Este é um modelo de mercado mais amplo pois não ficamos restritos às fronteiras existentes na GD, temos que pensar nacionalmente, inclusive com relação às oportunidades; por isso é importante quando vemos iniciativas surgindo em nossa região, muito em função de nosso grande potencial solar.

Em abril deste ano soubemos da perspectiva da implantação de um projeto, com capacidade para gerar 1,1 mil megawatts (MW) de energia, terá investimento de R$ 3,5 bilhões e deve gerar 1.000 mil empregos durante as obras. A empresa espanhola Solatio é a responsável pelo empreendimento e afirma que será o maior parque solar do Brasil. Assim como este, temos outros projetos que já venceram seus leilões e estão em fase de implantação, e outros estão em estudo.

Também contamos com o mercado livre de energia ampliando cada vez mais seus limites de adesão, permitindo que mais consumidores adiram a esta modalidade e necessitem de energia gerada por usinas solares de grande porte habilitadas. O cenário é animador pois estamos prestes a viver um novo ciclo de crescimento, e isso no obriga a investir em infraestrutura elétrica, logo em breve teremos muitos novos negócios surgindo e quem estiver habilitado poderá surfar esta onda.

 

Portanto, se você quer expandir seu conhecimento sobre a tecnologia de energia solar fotovoltaica, O grupo OPorto Forte realizará dias 4, 5 e 6 de setembro a 3ª turma do Curso de Projeto de Usinas Fotovoltaicas de Minigeração e Grande Porte – Recife.

 

Por Roberto Castelo Branco.

 

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